Cubo Estudio WEB

Textos com a etiqueta 'google'


10 de Março de 2010

Firefox vai minimizar travamentos de Flash

por alexandre

O Flash é uma das causas mais comuns de travamento de navegadores web. Sabendo disso, a Fundação Mozilla prepara uma melhoria no Firefox que ajudará o navegador a lidar melhor com esses travamentos.

Os desenvolvedores do navegador estão testando um recurso que isola o Flash em um processo separado. Assim, mesmo se o plug-in travar, as outras abas e sites abertos no navegador continuarão funcionando normalmente.

Esse método já é usado em outros navegadores, como o Chrome, do Google. Segundo o site Ars Technica , que testou o novo recurso, a Fundação Mozilla procura voluntários para melhorar o desempenho da próxima versão do navegador.

10 de Março de 2010

Google Apps Marketplace

por alexandre

Foi lançado ontem o Google Apps Marketplace, mais uma loja virtual de aplicativos. Antes de criticar mais uma lojinha do tipo, note que, nesse caso, os apps não são para um smartphone ou sistema operacional móvel; os apps, dessa vez, são para o Google Apps , a suíte de soluções corporativas do Google.

 Sabendo disso, chega-se a outra conclusão: a Google Apps Marketplace não é para mim, você ou qualquer outro usuário comum/doméstico. O foco são empresas, ou, no jargão corporativo, é um negócio B2B (Business to Business). Empresas que já utilizam os serviços do Google internamente, mais de 2 milhões delas, terão agora uma ampla gama de opções para solucionar problemas e estender suas atividades dentro do ecossistema com que já trabalham.

O Google, por sua vez, oferece fartas APIs e documentação, permitindo aos desenvolvedores a criação de aplicativos que se integram perfeitamente aos serviços que a empresa já oferece a seus clientes. De inclusões em Gmail e Talk, desenvolvedores poderão, inclusive, colocar seus apps na barra de navegação do topo das páginas do Google Apps. Aos seus clientes, o Google promete muita facilidade na navegação e implementação de apps adquiridos através da loja.

Para os desenvolvedores, muitas regalias. Para habilitar-se à criação e comercialização de apps na Google Apps Marketplace, o desenvolvedor precisa pagar uma taxa única de US$ 100,00. Nos termos propostos, ele receberá 80% do valor das vendas conseguidas através do sistema. Parece muito? Nos modelos tradicionais (Android Market, App Store), existe anuidade de US$ 100,00, e a divisão de lucros é 30/70.

Google Apps Marketplace - Google Chrome

A segurança será garantida através do protocolo OAuth, bastante conhecido por sua implementação no Twitter. O Google promete melhorias para breve, como integração do seu serviço de pagame nto, o Checkout, às operações dos aplicativos. Outro incentivo a desenvolvedores é a não necessidade de se utilizar a plataforma do Google (App Engine). Graças a isso, Salesforce e Zoho , ao lado de outras quase 50 empresas, conseguiram apresentar-se como parceiras, com apps funcionais, no dia do anúncio da loja.

O modelo da Google Apps Marketplace é diferente, totalmente fechado em cloud computing, e um belo chamariz a empresas que querem cortar custos e/ou mover suas atividades para a Web, bem como a desenvolvedores que desejam criar soluções B2B, mas carecem de suporte. No final, todos ganham, basta haver interesse. O Google cumpre a parte dele, oferecendo vantagens, reduzindo custos e dando liberdade, e leva em troca mais qualidade para seus aplicativos voltados a empresas.

Fonte: MeioBit

09 de Março de 2010

Novo experimento do Gmail Labs força atualização de contas POP

por alexandre

O Google habilitou hoje um novo experimento no Gmail Labs — chamado Refresh POP accounts —, que faz o link de “Refresh” no topo da interface forçar a atualização de contas de email POP configuradas no serviço.



Se você habilitar o experimento, sempre que clicar no link verá uma mensagem “Fetching mail…” logo ao lado, que indica que o Gmail está se comunicando com servidores externos e baixando possíveis novas mensagens.

Para quem gosta de centralizar todos os seus emails num só lugar e optou por usar o Gmail para isso, a novidade certamente será muito bem-vinda. Aqui, o novo experimento já está habilitado! ;-)

Fonte: Mac Magazine

Tags: gmail, google
09 de Março de 2010

Legendas automáticas no YouTube

por alexandre

Quem imaginaria, alguns anos atrás, vídeo na web com um sistema de reconhecimento de voz que capturasse o áudio, o convertesse para texto, aplicasse sobre o vídeo original em forma de legenda, e ainda por cima com a possibilidade de ser traduzido para cinquenta idiomas, tudo isso em tempo real? Parece coisa de ficção científica, como aqueles fones que viajantes espaciais colocam no ouvido e, automagicamente, conseguem “entender” os idiomas de nativos de outros planetas (hey, isso está perto de acontecer também!).

O cenário acima, da legenda automática, já é realidade. O Google implementou o recurso recentemente no YouTube, segundo o blog oficial. A maior motivação da empresa para investir pesado nisso é promover a acessibilidade. Estudos recentes preveem que, em 2015, mais de 700 milhões de pessoas terão algum tipo de deficiência auditiva no mundo inteiro. Essa ação do YouTube é, ainda segundo o blog, uma evolução natural do closed caption, a boa e velha legenda, que embora seja largamente utilizado, consome muito tempo para ser produzida.

Por enquanto a ferramenta só lida com o idioma inglês, e deve percorrer um longo caminho até que todos os vídeos neste idioma sejam adaptados à novidade. Em seu lançamento, no último dia 4, menos de 20 mil canais já contavam com legendas automáticas. A previsão do Google é chegar aos 180 mil até junho, e para isso, interessados podem ajudar o sistema requerendo a tradução dos seus vídeos. Este documento ajuda.

Nada é perfeito, muito menos um algoritmo de conversão voz-texto. Em decorrência disso, um novo potencial meme apareceu: YouTube Caption FAIL. Legendas totalmente desconexas ou sem sentido podem e vão aparecer, e embora seja algo compreensível, não deixam de ser engraçadas. O Mashable traz alguns exemplos do que a ferramenta é capaz de fazer – no mau sentido :-) .



Acima, uma piada pronta num vídeo do TechEd Middle East: Eric Rudder diz “I’ve got my Windows Phone Series device”, e o sistema de legenda automática informa “I’m gonna take on serious of the virus”. Windows, vírus, hãn, hãn? :-D .

(Ok, piada fraca. Prometo nunca mais tentar de novo.)

 

FONTE: MeioBit

Tags: google, youtube
10 de Setembro de 2008

Google inaugura 3ª guerra dos browsers com lançamento do Chrome

por alexandre

A primeira guerra não foi devidamente emocionante: de um lado, a gigante do setor arrastou a startup inovadora e pioneira e sedimentou sua atual posição.

Na segunda, o fantasma da startup derrotada ressurge apoiada pela comunidade e, em um ritmo devagar, toma quase um quinto da participação do dominador.
Na terceira, a gigante ganha um competidor à altura: com o lançamento nesta terça-feira (02/09) do Chrome , o Google se coloca como principal rival da Microsoft em um setor onde a desenvolvedora nunca teve um competidor que realmente pudesse desbancá-la da liderança entre os navegadores.

Após o vazamento de uma revista em quadrinhos explicativa nesta segunda-feira (01/09), o Google foi forçado a adiantar o anúncio do Chrome, navegador de código aberto produzido totalmente dentro do buscador. > Debata o assunto no grupo do IDG Now! no Orkut

O anúncio do Google dá início à terceira guerra dos navegadores após duas "disputas" onde a Microsoft levou vantagem com sobras frente a competidores que não tinham nem a receita nem a infra-estrutura da gigante de software responsável pelo sistema Windows e pelo pacote Office.

A primeira esteve mais para surra que para guerra. Após o Netscape se sobressair pelas funções e começar a dominar o mercado de navegadores no início da década de 90, a Mirosoft apelou para sua grande adoção entre os sistemas operacionais para ganhar participação.

Até 1997, era o Netscape Navigator, da empresa homônima, o líder do setor. Com o lançamento do Internet Explorer 4.0, que aliava funções inovadoras para a época, como páginas dinâmicas, com grande campanha de marketing acompanhada da integração ao Windows, o IE começou a corroer a liderança do setor.

Em 1999, o Internet Explorer assumiu a ponta do setor, de onde não saiu até hoje. Enfraquecido pela concorrência com a Microsoft, muito mais poderosa financeiramente mesmo depois do sucesso do seu IPO, a Netscape foi vendida para a America Online em 1998.

Meses antes de se tornar uma divisão da AOL, a Netscape fez algo que alimentaria sua tentativa de revanche anos depois - o código do navegador foi aberto e divulgado sob uma licença GNU, na semente que ajudaria a fomentar a Mozilla.

Renascida das cinzas
Sete anos após perder a liderança para a Microsoft, o Netscape teve sua segunda chance contra o Internet Explorer com o lançamento da segunda versão do Firefox, navegador de código aberto baseado no pioneiro do setor, coincidindo com a oficialização do Internet Explorer 7.

A falta de competidores no setor fez com que a Microsoft demorasse seis anos entre o lançamento da sexta e da sétima versão, o que deu espaço para que a então Fundação Mozilla reformulasse o código do Netscape e acrescentasse funções ainda não popularizadas entre software de navegação.

Apoiada por sua comunidade, responsável por processos que vão do desenvolvimento de ferramentas à divulgação informal com adesivos e anúncios de jornal, a Mozilla forçou a Microsoft a se movimentar novamente

A mistura entre ferramentas novamente inovadoras, como a "barra sensacional", a recuperação de abas ou a integração de buscas à interface do programa, fez com que o Firefox atingisse quase 20% do setor de navegador , segundo a NetApplications, fatia majoritariamente roubada do Internet Explorer.

Antes do anúncio do Google, o setor se encaminhava para mais um capítulo da segunda guerra, deflagrada em outubro de 2006.

Após o lançamento com bastante visibilidade do Firefox 3, com direito a recorde no Guinness World of Records , a Microsoft dava uma prévia do que seria o Internet Explorer 8 em sua segunda versão beta .

Com a oficialização do Chrome, a Microsoft ganha, pela primeira vez, um rival do seu tamanho que pode ameaçar sua dominação no mercado de navegadores.

19 de Julho de 2008

Microsoft testa rival do AdSense

por alexandre

A Microsoft está pronta para iniciar a expansão de seu engine AdCenter para permitir que pelo menos alguns editores possam incluir anúncios contextuais da Microsoft em seus sites.

De acordo com algumas informações sobre o programa, a Microsoft está realizando um programa piloto que permite que pequenos editores utilizem anúncios contextuais da Microsoft, colocando-o potencialmente como concorrente do Google AdSense e da rede de editores do Yahoo!.

A Microsoft confirmou o programa piloto para o site C|Net. "A oferta de anúncios 'self-serve' da Microsoft para os editores ainda está em desenvolvimento e na fase de programa piloto sendo testada por editores selecionados que estavam em conformidade com os requisitos do programa", informou a . "O programa piloto começou no início deste ano".

Fonte: Baboo

19 de Julho de 2008

Google perde mercado em buscas online, Yahoo e Microsoft avançam

por alexandre

O Yahoo e a Microsoft ganharam fatias de mercado em junho depois que o Google perdeu terreno no segmento de buscas na Web, afirma uma pesquisa da indústria divulgada nesta sexta-feira.

Os números mensais apresentados pela empresa de pesquisa comScore mostram que a parcela de mercado do Google em buscas online — a fonte de metade da receita da empresa — caiu de 61,8 por cento em maio para 61,5 por cento mês passado.

Enquanto isso, o segundo colocado, o Yahoo, ganhou 0,3 ponto para 20,9 por cento em junho ao passo que a Microsoft, terceira colocada, saltou de 0,7 para 9,2 por cento, segundo a comScore.

A quarta maior empresa de buscas na Web, a Ask.com, da IAC/InterActiveCorp; e a quinta colocada, a AOL; também perderam terreno, de acordo com a comScore.

A Ask.com perdeu 0,2 ponto, para 4,3 por cento, e a fatia de mercado da AOL recuou 0,4 ponto, para 4,1 por cento.

Fonte:Terra

18 de Maio de 2008

Google ultrapassa Yahoo como site mais visitado dos EUA

por alexandre

As notícias ruins parecem não ter fim para o Yahoo. Enquanto se prepara para defender seu conselho das investigar do bilionário Carl Icahn, uma nova pesquisa da comScore conclui que, pela primeira vez na história, o Google ultrapassou o Yahoo como o site mais visitado dentro dos Estados Unidos.

O Google chegou á liderança dos 50 principais sites nos EUA em abril, com uma audiência de 141 milhões de visitantes, segundo dados da análise mensal da comScore. Em abril, mais pessoas usaram a busca para empregos e material sobre carreiras e televisão do Google, segundo a consultoria.

Os sites do Yahoo ficaram em segundo, com 140,6 milhões de visitantes, seguido pelos da Microsoft, com 121,2 milhões. A rede Superpages.com, diretório online para negócios locais, e o site de empregos CareerBuilder pularam à frente oito posições e terminaram na 18ª e 30ª posições, respectivamente.

"Abril foi um mês muito ativo. O Google assumiu a liderança, graças ao contínuo crescimento na busca e o rápido aumento no YouTube", afirmou Jack Flanagan, vice-presidente executivo da comScore Media Metrix.

"O retorno dos programas de televisão após a greve de roteiristas levou muitos fãs para diversos sites procurando informações sobre a programação, saber mais sobre episódios perdidos ou assistir os inéditos online".

Fonte: IDG NOW

Tags: eua, google, yahoo
12 de Maio de 2008

Google já utiliza Unicode 5.1

por alexandre

O Google já está suportando Unicode 5.1 , menos de um mês após seu lançamento. Agora já é disponível na busca, para que pessoas que falem linguas como Malaio possam procurar palavras contendo os novos caracteres no Unicode 5.1.

Páginas Web podem utilizar uma variedade codificações de caracteres diferentes, como ASCII, Latin-1, ou Windows 1252, ou Unicode . A maioria das codificações podem somente representar algumas linguagens, mas o Unicode manipula qualquer lingua do Chinês ao Françês até Árabe. O Google já utiliza a muito tempo o Unicode como formato interno para todo o texto de busca: qualquer outra codificação é primeiro convertida para Unicode para processamento. Então regularmente o Google atualiza para versões novas do Unicode para garantir sua qualidade.

Almento em páginas nativas com Unicode

Em Dezembro passado acontenceu um marco interessante na web. Pela primeira vez, o Unicode foi tido como a codificação mais frequente, encontrada em páginas web, ultrapassando o número de páginas com codificação ASCII e Western European. O que é mais impressionante do que simplemente ultrapassá-los é a velocidade com que isso ocorreu, de uma olhada na linha azul no gráfico abaixo.

Você pode ver um declínio de páginas com codificação ASCII. Mais recentemente, houve uma redução significante em codificações que possuiam caracteres Western European. E é possivel observar declinios similares em outras codificações. Por outro lado, o Unicode, tem mostrado um grande aumento no seu uso.

Esse gráfico é baseado na indexação de páginas do Google, e pode variar do encontrado por outras engines de busca. No entanto However, as tendências são bastante claras, e ao aumento continuado da utilização de Unicode torna ainda mais fácil de fazer o tratamento para os vários idiomas.

Fonte: Official Google Blog

Tags: google, web

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